5/9/2010

Na coluna A política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio às vésperas da festança do Rei Momo?  Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE AQUI


No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis. Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com todas as letras, CLIQUE AQUI

 
Caminhos para práticas empresariais cidadãs - experiência da Alcoa
06/05/2005 - 16:44:25
POR SUZANA SHEFFIELD

O Brasil ainda é um país cheio de carências em soluções para setores de extrema importância para a formação de uma sociedade igualitária . É verdade que a semente da mudança brota por toda parte: pessoas, dentro e fora das instituições governamentais, mobilizam-se em atuações corajosas e transformadoras. Os frutos desse trabalho, no entanto, podem demorar décadas para aparecer. Enquanto isso, os serviços em geral como saúde e educação são precários, a qualidade é pouco valorizada e as desigualdades sociais pioram a cada novo levantamento estatístico.
Nesse cenário, as empresas privadas são entes mais organizados que podem desempenhar um papel fundamental na transformação social. Suas estruturas, coesas e sólidas, tendem a funcionar de maneira mais eficiente que a sociedade lá fora. E no aspecto organização, a Alcoa destaca-se da média. Seja pelos valores que praticamos, pela alta qualificação dos colaboradores, pela promoção sistemática do desenvolvimento da nossa força de trabalho, ou pela forte atividade comunitária.
Desta forma, não existe contribuição maior que possamos dar à sociedade e, particularmente ao nosso país, que levar um pouco da organização, dos valores, das nossas práticas a instituições que necessitem desses insumos. E isso é tão ou mais importante que o apoio financeiro, na medida em que doamos o nosso tempo para provocar uma mudança na  vida das pessoas, capacitando-as para uma melhoria sustentável na qualidade de suas próprias vidas e da comunidade.
Na Alcoa, os recursos destinados ao terceiro setor são dirigidos prioritariamente a instituições e programas onde haja envolvimento efetivo por parte dos funcionários.
Essa vocação para a atuação comunitária entrou em uma nova era quando, em 2002, a Alcoa Foundation criou o BRAVO!, um programa mundial de estímulo e reconhecimento aos esforços em voluntariado. No programa, cada funcionário que completa, durante o ano, 50 horas de trabalho voluntário fora de seu horário de trabalho recebe uma doação no valor de U$250 para encaminhar a instituição beneficiada.

Em 2004, o programa rendeu 149.250 horas de trabalho, totalizando assim, aproximadamente, U$746,250 doados para diversas entidades em todo país. Com estes números o Brasil está dando um show de cidadania para todo o mundo, representando 75% de engajamento dos funcionários, mundialmente. 

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