6/9/2010

Na coluna A política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio às vésperas da festança do Rei Momo?  Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE AQUI


No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis. Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com todas as letras, CLIQUE AQUI

Thais Alves
As idéias expressas pelo autor não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal da Comunicação Corporativa e de seus editores.

Telemarketing
02/09/2010 - 09:16:05

Quero falar para as pessoas que trabalham em telemarketing, televendas e que se comunicam com clientes.
A maior dificuldade para quem trabalha pelo telefone é se relacionar com o cliente: ouvindo-o. Se os jovens que trabalham com isso fossem instruídos a ouvir antes de falar, metade das queixas estariam resolvidas e as dúvidas solucionadas.
Todos os profissionais, que se comunicam pelo telefone, precisam aprender a ouvir um pouco mais o cliente. Se essa prática fosse usual, o mundo comercial seria melhor.
Existem dois tipos de telemarketing: o ativo e o passivo.
No passivo eles estão nos esperando para resolver nossos problemas. Eles têm um pré-roteiro do atendimento, o que é bom (claro que preparado previamente por alguém do departamento de marketing). O ruim é que não sabem adaptar nossa solicitação com o que está escrito e repetem o roteiro e continuam sem entender nada do que estamos solicitando. E aí, horas depois, queremos esganá-los.
O telemarketing ativo nos oferta produtos e serviços. O ruim é que também eles não sabem ouvir, são falantes (pois tem que nos vender alguma coisa); geralmente nos ligam em horário desagradável e falam como se fossem nossos “amiguinhos íntimos”. 
É muito comum recebermos essas ligações. E o que é pior: quase todos os profissionais de telemarketing cometem esses mesmos erros.
Para você que quer melhorar sua comunicação pelo telefone, lembre-se: ouvir o cliente é fundamental para o sucesso. 



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