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Na coluna A
política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que
aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o
tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de
seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio
às vésperas da festança do Rei Momo? Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE
AQUI
No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as
lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis.
Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite
amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com
todas as letras, CLIQUE AQUI
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| As idéias expressas pelo autor não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal da Comunicação Corporativa e de seus editores. |
Telemarketing
02/09/2010 - 09:16:05
Quero
falar para as pessoas que trabalham em telemarketing, televendas e que se
comunicam com clientes.
A maior dificuldade para quem trabalha pelo telefone é se relacionar com o
cliente: ouvindo-o. Se os jovens que trabalham com isso fossem instruídos a
ouvir antes de falar, metade das queixas estariam resolvidas e as dúvidas
solucionadas.
Todos os profissionais, que se comunicam pelo telefone, precisam aprender a
ouvir um pouco mais o cliente. Se essa prática fosse usual, o mundo comercial
seria melhor.
Existem dois tipos de telemarketing: o ativo e o passivo. No
passivo eles estão nos esperando para resolver nossos problemas. Eles têm um
pré-roteiro do atendimento, o que é bom (claro que preparado previamente por
alguém do departamento de marketing). O ruim é que não sabem adaptar nossa
solicitação com o que está escrito e repetem o roteiro e continuam sem entender
nada do que estamos solicitando. E aí, horas depois, queremos esganá-los. O
telemarketing ativo nos oferta produtos e serviços. O ruim é que também eles
não sabem ouvir, são falantes (pois tem que nos vender alguma coisa); geralmente
nos ligam em horário desagradável e falam como se fossem nossos “amiguinhos
íntimos”. É muito comum recebermos essas ligações. E o que é pior: quase todos os
profissionais de telemarketing cometem esses mesmos erros. Para
você que quer melhorar sua comunicação pelo telefone, lembre-se: ouvir o cliente é fundamental para o
sucesso.
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