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Na coluna A
política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que
aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o
tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de
seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio
às vésperas da festança do Rei Momo? Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE
AQUI
No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as
lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis.
Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite
amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com
todas as letras, CLIQUE AQUI
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| As idéias expressas pelo autor não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal da Comunicação Corporativa e de seus editores. |
Sociedade da informação e do conhecimento
24/08/2010 - 09:19:26
O
desafio da comunicação empresarial em atender as necessidades dos públicos de
referência nas corporações que praticam a governança corporativa vai além da
administração organizacional, pois estamos vivendo na sociedade da informação e
do conhecimento. Cláudio Machado afirma no seu livro Responsabilidade Social e
Governança que as boas práticas são essenciais para que a corporação interaja
com o terceiro setor, cooperativas, instituições, fundações, institutos etc.
Para atingir esses stakeholders, a
comunicação empresarial deve estar alinhada com todos os setores da empresa.
Isso acontecendo, haverá uma mudança significativa no relacionamento da
organização com os públicos internos e externos.
Por este motivo, o tema governança (no sentido administrativo) das organizações
extrapola em muito o da governança corporativa. No Brasil, isso acontece de
modo particular, pois o mercado de capitais ainda busca o aperfeiçoamento
institucional que permita ampliar a base de investidores. Este público é citado
com ênfase no livro de Machado, pois é o que mais exige transparência e ética
na comunicação da empresa.
Isso significa que a organização deve criar canais de comunicação para atender à
necessidade dos demais públicos. Como citei acima, a empresa deve sempre estar
bem relacionada com demais organizações, cooperativas, instituições e
fundações. Os públicos internos também precisam de canais de informação
direcionados às suas necessidades. Trocando em miúdos, os gestores de
comunicação devem planejar as estratégias da organização em total “conjunção
astral” com todos os stakeholders.
Mais do que nunca a comunicação empresarial deve estar no cerne das empresas
que pretendem sobreviver em plena era da sociedade da informação e do
conhecimento. Esse trabalho exige um planejamento perfeito dos gestores. Assim,
a missão da empresa será bem realizada.
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