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Na coluna A
política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que
aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o
tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de
seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio
às vésperas da festança do Rei Momo? Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE
AQUI
No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as
lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis.
Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite
amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com
todas as letras, CLIQUE AQUI
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Empresários mundiais precisam ter uma mensagem única sobre o meio ambiente
15/12/2009 - 13:35:16
POR VALERIA CAFÉ
Na última sexta-feira, em Copenhagen, na reunião com cerca de 500 executivos e empresários mundiais, Yvo de Boer, presidente da UNFCCC, provocou-os dizendo que as empresas não fazem a menor diferença nas negociações sobre as Mudanças Climáticas. E complementou dizendo que os empresários mundiais precisam ter uma mensagem única para que possam fazer parte dessa negociação, ou então, o resultado será o aumento dos impostos e nada mais. Ou seja, ou as empresas decidem qual é a mensagem que querem transmitir a seus governos com relação a este tema, tornando-a atrativa o suficiente para começarem a participar dessas negociações, ou as empresas continuarão a ser meros ouvintes no processo. Ao todo, temos aqui em Copenhagen cerca de 40.000 pessoas acreditadas e a partir de hoje, apenas 30% dessas pessoas tem acesso ao Bella Center, centro de exposições onde acontecem as reuniões oficiais. A maioria dessas pessoas são meros ouvintes e caso nunca tenham vindo a uma Convenção das Partes, precisam de um tradutor para explicar o que acontece em cada reunião. Movimentos contra e a favor circulam pela cidade e o fato é que falta comunicação de ambos os lados, tanto dos governos e negociadores que não são claros quanto ao que acontece em suas reuniões, quanto das empresas, que precisam se unir para mostrar que são elas que têm a tecnologia, os investimentos e as ferramentas para fazer a grande mudança. Por enquanto, as empresas, como toda a comunidade mundial, são meros observadores do processo. No entanto, são exatamente as empresas e as pessoas que terão que mudar a forma como trabalham e vivem.
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